sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Iberia recebe primeiro A320 com sharklets
Presstur
A Iberia tem desde ontem na sua frota o primeiro avião A320 com sharklets, uma ‘extensão’ das asas que propicia melhor aerodinâmica e, por essa via, reduções de consumo de combustível e de manutenção dos motores.
A companhia espanhola, subsidiária do IAG, indicou que o novo avião, com a matrícula EC-MDK, foi baptizado com o nome “Picos de Europa”.
As sharklets, segundo indica, reduzem a aerodinâmica induzida em 6% e, dessa forma, permitem uma redução do consumo de combustível entre 3% e 4%, o que, por sua vez, também se traduzirá numa redução das emissões de CO2 na ordem de 900 toneladas por ano.
Adicionalmente, acrescenta, as sharklets permitir uma poupança de cerca de 2% nos custos de manutenção de motores.
A Iberia tem desde ontem na sua frota o primeiro avião A320 com sharklets, uma ‘extensão’ das asas que propicia melhor aerodinâmica e, por essa via, reduções de consumo de combustível e de manutenção dos motores.
A companhia espanhola, subsidiária do IAG, indicou que o novo avião, com a matrícula EC-MDK, foi baptizado com o nome “Picos de Europa”.
As sharklets, segundo indica, reduzem a aerodinâmica induzida em 6% e, dessa forma, permitem uma redução do consumo de combustível entre 3% e 4%, o que, por sua vez, também se traduzirá numa redução das emissões de CO2 na ordem de 900 toneladas por ano.
Adicionalmente, acrescenta, as sharklets permitir uma poupança de cerca de 2% nos custos de manutenção de motores.
Lufthansa relança Eurowings
Publituris
São muitas as novidades que o gigante da aviação está a preparar, algumas das quais com conclusão prevista para o próximo ano, como seja a renovação das classes e a introdução da Premium Economy Class. Outras novidades vão ter início em 2015.E é aqui que surgem as maiores surpresas, com o grupo alemão a renovar conceitos de companhias subsidiárias, lançar novas marcas e sub-produtos.
A renovação da marca ‘Wings’ está mais focada nos passageiros de lazer e contempla três companhias aéreas: a Germanwings; a Eurowings, que actualmente opera ligações regionais para a Germanquings; e uma ‘Wings’ global, ainda sem nome.
O reposicionamento da Germanwings como companhia central de operações a partir da Alemanha, excluindo os aeroportos de Frankfurt e Munique, começou no ano passado, sendo que o previsto é a companhia ter uma frota composta por 60 aviões: “A transição ainda está a decorrer em todos os aeroportos alemães e está a ter muito sucesso, incluindo em Portugal, onde opera, nomeadamente, a rota entre Colónia e Lisboa”, disse ao Publituris Michael Hutzelmann, director-geral do Grupo Lufthansa para Portugal.
A Eurowings opera, actualmente, uma frota de Canadair Regional Jets que fazem ligações internas mara a Germanwings. O objectivo é “renascer” esta marca, colocando-a como uma “companhia europeia” de médio-curso já a partir da Primavera de 2015.
Para tal, a frota vai ser substituída por cerca de 20 aparelhos do modelo A320 da Airbus e a companhia vai abrir, de início, uma base em Basileia, na Suíça, com “três ou quatro aviões” que vão trabalhar num modelo “point-to-point” para destinos dentro da Europa ainda por definir.
“Vai servir para responder ao negócio de alguns concorrentes. Podemos vir a abrir bases noutros países. O produto será muito semelhante ao da Germanwings, um hibrido entre as low ocsts e companhias tradicionais”, explicou o responsável do grupo alemão.
“O nome é muito viável, temos uma Germanwings focada no mercado alemão e a Eurowings como companhia europeia. A rede de destinos ainda não esta definida, mas as operações começam na primavera. Há um grande mercado para este tipo de tráfego.
Por fim, o grupo alemão prepara ainda o lançamento – para o final de 2015 – de uma companhia ‘Wings’, mas mundial, que irá operar destinos puramente turísticos, inicialmente com “sete ou oito aparelhos” e à partida “de aeroportos como Dussedorf, Colónia ou mesmo Munique, mas sem tocar em Frankfurt.” A companhia pretende trabalhar “passageiros de lazer e destinos puros de lazer, onde, actualmente, não estamos presentes.”
Photo:PMB/FPP - Lisboa
São muitas as novidades que o gigante da aviação está a preparar, algumas das quais com conclusão prevista para o próximo ano, como seja a renovação das classes e a introdução da Premium Economy Class. Outras novidades vão ter início em 2015.E é aqui que surgem as maiores surpresas, com o grupo alemão a renovar conceitos de companhias subsidiárias, lançar novas marcas e sub-produtos.
A renovação da marca ‘Wings’ está mais focada nos passageiros de lazer e contempla três companhias aéreas: a Germanwings; a Eurowings, que actualmente opera ligações regionais para a Germanquings; e uma ‘Wings’ global, ainda sem nome.
O reposicionamento da Germanwings como companhia central de operações a partir da Alemanha, excluindo os aeroportos de Frankfurt e Munique, começou no ano passado, sendo que o previsto é a companhia ter uma frota composta por 60 aviões: “A transição ainda está a decorrer em todos os aeroportos alemães e está a ter muito sucesso, incluindo em Portugal, onde opera, nomeadamente, a rota entre Colónia e Lisboa”, disse ao Publituris Michael Hutzelmann, director-geral do Grupo Lufthansa para Portugal.
A Eurowings opera, actualmente, uma frota de Canadair Regional Jets que fazem ligações internas mara a Germanwings. O objectivo é “renascer” esta marca, colocando-a como uma “companhia europeia” de médio-curso já a partir da Primavera de 2015.
Para tal, a frota vai ser substituída por cerca de 20 aparelhos do modelo A320 da Airbus e a companhia vai abrir, de início, uma base em Basileia, na Suíça, com “três ou quatro aviões” que vão trabalhar num modelo “point-to-point” para destinos dentro da Europa ainda por definir.
“Vai servir para responder ao negócio de alguns concorrentes. Podemos vir a abrir bases noutros países. O produto será muito semelhante ao da Germanwings, um hibrido entre as low ocsts e companhias tradicionais”, explicou o responsável do grupo alemão.
“O nome é muito viável, temos uma Germanwings focada no mercado alemão e a Eurowings como companhia europeia. A rede de destinos ainda não esta definida, mas as operações começam na primavera. Há um grande mercado para este tipo de tráfego.
Por fim, o grupo alemão prepara ainda o lançamento – para o final de 2015 – de uma companhia ‘Wings’, mas mundial, que irá operar destinos puramente turísticos, inicialmente com “sete ou oito aparelhos” e à partida “de aeroportos como Dussedorf, Colónia ou mesmo Munique, mas sem tocar em Frankfurt.” A companhia pretende trabalhar “passageiros de lazer e destinos puros de lazer, onde, actualmente, não estamos presentes.”
Photo:PMB/FPP - Lisboa
Governo da Guiné-Bissau e euroAtlantic airways assinam acordo
Publituris
A euroAtlantic airways (EAA) tem o prazer de informar as agendas, que amanhã 31 de Novembro, pelas 11:00 horas, no Hotel Pestana Palace em Lisboa, será assinado um acordo com o Governo da Guiné-Bissau, Secretária de Estado dos Transportes deste país da CPLP, que visa o retomar das ligações aéreas entre Bissau e Lisboa, suspensas nos últimos meses.
O Presidente do Conselho de Administração/CEO da EAA, Tomaz Metello, será o anfitrião de Altas Autoridades do Governo da Guiné-Bissau e do Secretário de Estado dos Transportes guineense, João Bernardo Vieira, que conduziu as negociações com a maior companhia privada portuguesa, recorde-se, na região do Golfo da Guiné a EAA detém ainda uma participação na STP AIRWAYS a companhia nacional de São Tomé e Príncipe.
A euroAtlantic airways reconhece o valor da notícia para a Republica da Guiné-Bissau e para os anseios da sua população (estimada 1,6 milhões de habitantes) além de uma enorme diáspora, maioritariamente residente em Portugal ou em países com ligações a partir do hub de Lisboa, reservando outros detalhes da operação para a Conferência de Imprensa, que se seguirá à assinatura do acordo agendada para amanhã. Photo:PMB/FPP - Lisboa
A euroAtlantic airways (EAA) tem o prazer de informar as agendas, que amanhã 31 de Novembro, pelas 11:00 horas, no Hotel Pestana Palace em Lisboa, será assinado um acordo com o Governo da Guiné-Bissau, Secretária de Estado dos Transportes deste país da CPLP, que visa o retomar das ligações aéreas entre Bissau e Lisboa, suspensas nos últimos meses.
O Presidente do Conselho de Administração/CEO da EAA, Tomaz Metello, será o anfitrião de Altas Autoridades do Governo da Guiné-Bissau e do Secretário de Estado dos Transportes guineense, João Bernardo Vieira, que conduziu as negociações com a maior companhia privada portuguesa, recorde-se, na região do Golfo da Guiné a EAA detém ainda uma participação na STP AIRWAYS a companhia nacional de São Tomé e Príncipe.
A euroAtlantic airways reconhece o valor da notícia para a Republica da Guiné-Bissau e para os anseios da sua população (estimada 1,6 milhões de habitantes) além de uma enorme diáspora, maioritariamente residente em Portugal ou em países com ligações a partir do hub de Lisboa, reservando outros detalhes da operação para a Conferência de Imprensa, que se seguirá à assinatura do acordo agendada para amanhã. Photo:PMB/FPP - Lisboa
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Qatar Airways já voa com A380
Em Dezembro, a transportadora vai colocar um segundo A380 na rota Doha-Londres.
O A380 da Qatar Airways tem 517 lugares e está configurado em três classes de lugares com dois pisos, designadamente Primeira, com oito lugares, Business, com 48 lugares, e Económica, com 461 lugares.
Os lugares em Primeira Classe têm cerca de 228 centímetros de distância entre si, dispondo de camas ‘flat’ a 180 graus e televisores LCD com ecrãs de 26 polegadas (66 centímetros), enquanto os lugares da classe Business têm cerca de 203 centímetros de distância entre si, camas ‘flat’ a 180 graus e televisores touchscreen de 17 polegadas (43 centímetros).
Os lugares em classe económica dispõem de televisores de 10,6 polegadas (27 centímetros) e assentos que pode ser reclinados até cerca de 18 centímetros.
A companhia aérea disponibiliza a bordo do A380 o sistema Thales, baseado em Android, que permite aos passageiros assistirem a um filme no seu televisor enquanto acompanham informações sobre o voo no seu telemóvel
TAAG lança promoção focada na diáspora angolana Luanda desde 500 euros de Lisboa e Porto
Rio de Janeiro e São Paulo também com promoção
Presstur
A companhia angolana TAAG, que até Setembro transportou 48,8% dos passageiros que voaram entre Lisboa e Angola, está a anunciar preços desde 500 euros ida e volta para as suas ligações com a capital angolana de Lisboa e do Porto entre 13 de Dezembro e 8 de Janeiro, dizendo que a promoção foi “pensada para todos os que têm parte da sua família no estrangeiro”.
“O Brasil, pelos laços de muitas décadas, também se junta a esta ponte de sentimentos, sendo que o período abrangido para esta promoção é entre 15 de Dezembro e 15 de Janeiro e contempla as viagens entre São Paulo – Luanda e Rio de Janeiro - Luanda”, acrescenta a informação da companhia angolana.
“A época tão especial como o Natal é o mote da campanha para aproximar a família e amigos, data que é mundialmente comemorada com muita emoção”, diz a informação, que refere que a promoção, baptizada “Presente Especial” foi lançada em reconhecimentos da “importância que o Natal tem para as famílias angolanas com laços espalhados pelo mundo”.
A informação especifica que os bilhetes da promoção podem ser comprados até 31 de Dezembro.
Uma consulta hoje ao website da companhia indica o preço de 385 euros para o Lisboa - Luanda nos dias 11, 12, 14, 15 e 16 de Dezembro e 1.698 para o dia 13. Para os regressos em Janeiro, os preços são 385 euros nos dias 4 a 10.
Dados de tráfego do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso indicam que a TAAG transportou de e para a capital portuguesa 156,9 mil passageiros nos primeiros nove meses deste ano, +5,4% ou mais cerca de oito mil que no período homólogo de 2013, com o aumento no mês de Setembro a atingir 11,1% ou cerca de 2,1 mil, totalizando 21,7 mil.
O tráfego total Lisboa - Luanda, rota em que também opera a TAP, de acordo com os mesmos dados, cresceu 10% em Setembro (mais cerca de quatro mil passageiros, totalizando 43,5 mil) e 9,8% nos nove meses desde o início do ano (mais cerca de 28,7 mil, totalizando 321,5 mil).
As ligações com Luanda representaram 2,4% do total de passageiros de voos regulares do Aeroporto de Lisboa no mês de Setembro e nos nove meses de Janeiro a Setembro representaram 2,3%.
Em vendas de voos pelas agências de viagens portuguesas (BSP Portugal), porém, Luanda é a rota mais relevante em valor.
Em finais de Setembro, o Governo angolano anunciou um acordo com a Emirates pelo qual a companhia do Dubai assume a gestão da TAAG
Photo:PMB/FPP - Lisboa
Presstur
A companhia angolana TAAG, que até Setembro transportou 48,8% dos passageiros que voaram entre Lisboa e Angola, está a anunciar preços desde 500 euros ida e volta para as suas ligações com a capital angolana de Lisboa e do Porto entre 13 de Dezembro e 8 de Janeiro, dizendo que a promoção foi “pensada para todos os que têm parte da sua família no estrangeiro”.
“O Brasil, pelos laços de muitas décadas, também se junta a esta ponte de sentimentos, sendo que o período abrangido para esta promoção é entre 15 de Dezembro e 15 de Janeiro e contempla as viagens entre São Paulo – Luanda e Rio de Janeiro - Luanda”, acrescenta a informação da companhia angolana.
“A época tão especial como o Natal é o mote da campanha para aproximar a família e amigos, data que é mundialmente comemorada com muita emoção”, diz a informação, que refere que a promoção, baptizada “Presente Especial” foi lançada em reconhecimentos da “importância que o Natal tem para as famílias angolanas com laços espalhados pelo mundo”.
A informação especifica que os bilhetes da promoção podem ser comprados até 31 de Dezembro.
Uma consulta hoje ao website da companhia indica o preço de 385 euros para o Lisboa - Luanda nos dias 11, 12, 14, 15 e 16 de Dezembro e 1.698 para o dia 13. Para os regressos em Janeiro, os preços são 385 euros nos dias 4 a 10.
Dados de tráfego do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso indicam que a TAAG transportou de e para a capital portuguesa 156,9 mil passageiros nos primeiros nove meses deste ano, +5,4% ou mais cerca de oito mil que no período homólogo de 2013, com o aumento no mês de Setembro a atingir 11,1% ou cerca de 2,1 mil, totalizando 21,7 mil.
O tráfego total Lisboa - Luanda, rota em que também opera a TAP, de acordo com os mesmos dados, cresceu 10% em Setembro (mais cerca de quatro mil passageiros, totalizando 43,5 mil) e 9,8% nos nove meses desde o início do ano (mais cerca de 28,7 mil, totalizando 321,5 mil).
As ligações com Luanda representaram 2,4% do total de passageiros de voos regulares do Aeroporto de Lisboa no mês de Setembro e nos nove meses de Janeiro a Setembro representaram 2,3%.
Em vendas de voos pelas agências de viagens portuguesas (BSP Portugal), porém, Luanda é a rota mais relevante em valor.
Em finais de Setembro, o Governo angolano anunciou um acordo com a Emirates pelo qual a companhia do Dubai assume a gestão da TAAG
Photo:PMB/FPP - Lisboa
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Etihad lança nova aliança de companhia aéreas com a sua ‘constelação’ de participadas
Presstur
A Etihad Airways, companhia do Abu Dhabi que tem criado uma ‘constelação’ de participadas, anunciou ontem a marca Etihad Airways Partners como designação para um novo modelo de aliança que diz diferir das ‘tradicionais’ por propiciar “benefícios para além da pura cooperação comercial”.
“O potencial para o alinhamento de redes para maximizar as conexões de voos para os passageiros, juntamente com uma paixão partilhada por um serviço superior são essenciais para a identidade [ethos] do conceito Etihad Airways Partners”, declarou James Hogan, CEO da Etihad.
A nova marca foi anunciada com o envolvimento de cinco das participadas pela Etihad, a airberlin, a Air Serbia, a Air Seychelles, a India’s Jet Airways e a Darwin Airline, deixando de fora a Virgin Australia e a Alitalia, neste caso porque a compra de 49% ainda está pendente da aprovação pelas autoridades da concorrência.
Apesar de lançada com a ‘prata da casa’, a Etihad Airways Partners foi anunciada como uma “parceria” aberta à participação de outras companhias aéreas, mesmo que sejam membros de alianças já existentes, “como a Air Berlin, que é um membro da oneworld”, sublinha o comunicado.
Este conceito é, aliás, um dos aspectos que distingue a proposta da Etihad Airways Partners do ‘defunto’ Qualiflyer que a então Swissair começou a desenvolver nos anos 90, de que a TAP era uma das participantes, mas que acabou com a falência da companhia Swissair, que não tinha ‘os bolsos fundos’ evidenciados pela Etihad e não resistiu à crise mundial da aviação despoletada pelos ataques terroristas às torres gémeas de Nova Iorque.
“A ênfase chave da Etihad Airways Partners é uma forte parceria comercial e partilha de valores”, sublinha o comunicado, em que se anuncia que o logótipo da ‘parceria’, cuja ênfase é a marca Etihad, estará visível nos aviões e nos materiais promocionais das companhias participantes, como acontece com as alianças já existentes.
James Hogan, citado no comunicado, diz, porém, que o logótipo da Etihad Airways Partners é “um selo de excelência e cooperação global”.
As propostas avançadas, aliás, não diferem das que são formuladas pelas alianças Star Alliance, SkyTeam e oneworld, como a partilha de benefícios dos programas de passageiro frequente e o desejo de lhes proporcionar uma “experiência consistente”.
James Hogan, porém, sublinha que é intenção da Etihad Airways Partners “remover a complexidade e confusão que existe nas alianças globais”.
A Etihad Airways, companhia do Abu Dhabi que tem criado uma ‘constelação’ de participadas, anunciou ontem a marca Etihad Airways Partners como designação para um novo modelo de aliança que diz diferir das ‘tradicionais’ por propiciar “benefícios para além da pura cooperação comercial”.
“O potencial para o alinhamento de redes para maximizar as conexões de voos para os passageiros, juntamente com uma paixão partilhada por um serviço superior são essenciais para a identidade [ethos] do conceito Etihad Airways Partners”, declarou James Hogan, CEO da Etihad.
A nova marca foi anunciada com o envolvimento de cinco das participadas pela Etihad, a airberlin, a Air Serbia, a Air Seychelles, a India’s Jet Airways e a Darwin Airline, deixando de fora a Virgin Australia e a Alitalia, neste caso porque a compra de 49% ainda está pendente da aprovação pelas autoridades da concorrência.
Apesar de lançada com a ‘prata da casa’, a Etihad Airways Partners foi anunciada como uma “parceria” aberta à participação de outras companhias aéreas, mesmo que sejam membros de alianças já existentes, “como a Air Berlin, que é um membro da oneworld”, sublinha o comunicado.
Este conceito é, aliás, um dos aspectos que distingue a proposta da Etihad Airways Partners do ‘defunto’ Qualiflyer que a então Swissair começou a desenvolver nos anos 90, de que a TAP era uma das participantes, mas que acabou com a falência da companhia Swissair, que não tinha ‘os bolsos fundos’ evidenciados pela Etihad e não resistiu à crise mundial da aviação despoletada pelos ataques terroristas às torres gémeas de Nova Iorque.
“A ênfase chave da Etihad Airways Partners é uma forte parceria comercial e partilha de valores”, sublinha o comunicado, em que se anuncia que o logótipo da ‘parceria’, cuja ênfase é a marca Etihad, estará visível nos aviões e nos materiais promocionais das companhias participantes, como acontece com as alianças já existentes.
James Hogan, citado no comunicado, diz, porém, que o logótipo da Etihad Airways Partners é “um selo de excelência e cooperação global”.
As propostas avançadas, aliás, não diferem das que são formuladas pelas alianças Star Alliance, SkyTeam e oneworld, como a partilha de benefícios dos programas de passageiro frequente e o desejo de lhes proporcionar uma “experiência consistente”.
James Hogan, porém, sublinha que é intenção da Etihad Airways Partners “remover a complexidade e confusão que existe nas alianças globais”.
sábado, 4 de outubro de 2014
Emirates passa a ter 4 voos diários para Teerão e assinala expansão com voo em A380
Presstur
A Emirates voou hoje do Dubai para Teerão em Airbus A380 para assinalar a introdução do seu quarto voo diário para a capital do Irão, que descreve como “um dos mais activos mercados da aviação no mundo”.
A realização do voo em A380 foi uma acção de marketing, para evidenciar como a companhia “redefiniu as viagens com o A380”, de que actualmente tem 53 aparelhos a voarem para 30 destinos e mais 87 encomendados.
O vice-presidente de Operações Comerciais da Divisão Centro da Emirates, xeque Majid Al Mualla, citado em comunicado da companhia, declarou que o aumento para quatro voos diários é para dar resposta à procura crescente da rota, tanto a nível de passageiros como de carga.
O comunicado refere, por sua vez, que desde que começou a rota de Teerão, em 1990, já teve mais 6,6 milhões de passageiros nesses voos
A Emirates voou hoje do Dubai para Teerão em Airbus A380 para assinalar a introdução do seu quarto voo diário para a capital do Irão, que descreve como “um dos mais activos mercados da aviação no mundo”.
A realização do voo em A380 foi uma acção de marketing, para evidenciar como a companhia “redefiniu as viagens com o A380”, de que actualmente tem 53 aparelhos a voarem para 30 destinos e mais 87 encomendados.
O vice-presidente de Operações Comerciais da Divisão Centro da Emirates, xeque Majid Al Mualla, citado em comunicado da companhia, declarou que o aumento para quatro voos diários é para dar resposta à procura crescente da rota, tanto a nível de passageiros como de carga.
O comunicado refere, por sua vez, que desde que começou a rota de Teerão, em 1990, já teve mais 6,6 milhões de passageiros nesses voos
PEOPLExpress suspende actividade até outubro
A PEOPLExpress, uma companhia low cost americana que iniciou operações em junho, anunciou a suspensão temporária de voos até 16 de outubro.
A companhia justificou em comunicado com argumentos de problemas a resolver a nível de falta de aeronaves, equipas de voo e manutenção.
A PEOPLExpress irá devolver o dinheiro dos bilhete aos passageiros que tivessem voos marcados até 15 de outubro.
A companhia justificou em comunicado com argumentos de problemas a resolver a nível de falta de aeronaves, equipas de voo e manutenção.
A PEOPLExpress irá devolver o dinheiro dos bilhete aos passageiros que tivessem voos marcados até 15 de outubro.
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