sexta-feira, 25 de novembro de 2016
EMIRATES RENOVA FROTA DE AVIÕES
A Emirates retirou recentemente o A6-EAK do serviço operacional, tendo sido este o último dos 29 aviões A330 que faziam parte da sua frota. O A6-EAK juntou-se à Emirates em 2002 e voou mais de 60 mil horas, percorrendo um total de 45 milhões de quilómetros durante quase 15 anos. A Emirates retirou também o A6-ERN, sendo este modelo dos A340 que se juntou à companhia aérea em 2004, originalmente fabricado em 1999, o último da frota a voar.
Desde janeiro de 2015, a Emirates já retirou 18 aviões A330 e cinco A340 da sua frota. A idade média dos aviões A330 e A340 era de 16,5 anos, um valor bastante inferior comparando com a idade média de 25 anos dos aviões das restantes companhias aéreas. Além dos retirados de serviço desde janeiro de 2015, a Emirates prevê a suspensão gradual de cerca de 25 aviões ao longo de 2017 e 2018, a fim de assegurar que a frota operacional “permaneça moderna e eficiente, oferecendo aos passageiros um maior nível de conforto e segurança”, refere o comunicado.
A retirada destes aviões é compensada pela introdução de novos mais modernos na sua frota. Com isto, a companhia opera uma das frotas mais jovens na sua indústria com uma idade média de 5,2 anos. A sua frota de aviões A380 e Boeing 777 irá também reduzir o impacto ambiental, visto que ambos os aviões possuem uma melhor eficiência a nível de combustível e desempenho, apresentando menores emissões de poluentes.
A Emirates é atualmente a maior operadora dos aviões A380 e Boeing 777 com 85 aviões A380 e 160 Boeing 777 na sua frota. Dos 234 aviões, no valor de mais de 112 mil milhões de dólares que a Emirates tem na sua lista de pedidos, 150 serão os novos Boeing 777X a ser entregues a partir de 2020. Estes aviões contarão com uma vasta oferta de comodidades, incluindo janelas maiores, um teto mais alto e uma cabine mais larga, além de serem mais eficientes a nível de combustível, quando comparados com os aviões antigos.
JET2 LANÇA LONDRES STANSTED-MADEIRA E REFORÇA VOOS PARA MANCHESTER E NEWCASTLE
A companhia aérea low fare Jet2.com vai reforçar as ligações para o Funchal no verão 2017. Os voos para Manchester e Newcastle têm aumento de voos e Londres Stansted passa a ser um novo destino.
No verão 2017 a jet2.com irá realizar 8 rotas para a Madeira e aumenta em 30 mil os lugares disponíveis.
A rota Funchal – Londres Stansted inicia-se a 3 de abril de 2017 e será operada duas vezes por semana por aviões Boeing 737-800.
Low Cost
PM DE CABO VERDE DIZ QUE NÃO É PROPÓSITO DO GOVERNO FECHAR TACV
O primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, disse hoje que não é propósito do Governo fechar a companhia de aviação de bandeira TACV, reafirmando que tudo está a ser feito para que continue a voar, noticiou a agência Lusa.
Na segunda-feira, questionado sobre se o governo tinha um plano para encerrar a empresa de Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) e se esta corria riscos de fechar, Ulisses Correia e Silva optou por não responder diretamente, dizendo apenas que o Governo estava a fazer tudo para salvar a companhia, mas não descartou a hipótese de encerramento.
Hoje, questionado sobre o mesmo assunto, o primeiro-ministro disse que “não são propósitos” do Governo encerrar a empresa. “Não admiti que a companhia ia ser encerrada ou liquidada. São conclusões que os jornais tiram das palavras que disse. Eu disse que vamos fazer tudo e estamos a fazer tudo para que a companhia continue a voar. É um pressuposto totalmente diferente”, disse Ulisses Correia e Silva.
O primeiro-ministro falava hoje na cidade da Praia no final da cimeira com o presidente do Governo das Canárias, Fernando Clavijo. Questionado novamente sobre se a empresa corre risco de fechar, voltou a não responder diretamente, adiantando apenas que “os riscos as pessoas calculam”.
“Do lado do Governo vamos fazer tudo para que a companhia continue a operar por isso é que estamos a reestruturar, a reduzir os custos operacionais, a reduzir pessoal para manter a companhia. As operações internacionais vão ser privatizadas e estamos à procura de um parceiro. Se a nossa opção fosse a liquidação não iríamos procurar um parceiro”, acrescentou.
Questionado sobre se ao não responder diretamente sobre os riscos de a empresa fechar, não está a admitir que o encerramento é uma possibilidade, Ulisses Correia e Silva rejeitou a ideia. “Não faço essa leitura, essa é uma leitura dos jornalistas. Quando digo que estamos a fazer tudo, é tudo mesmo, para que a companhia continue a voar e a funcionar”, disse, adiantando que tal será suficiente para manter a empresa.
A companhia aérea cabo-verdiana enfrenta problemas financeiros e de tesouraria e o Governo está a trabalhar num plano de reestruturação com vista à sua privatização. O plano deverá incluir cortes nas despesas de funcionamento da empresa e despedimento de trabalhadores, embora o executivo não tenha ainda avançado quantos.
Ambitur
RYANAIR ABRE EM ITÁLIA INSTALAÇÕES DE MANUTENÇÃO DE AERONAVES
A Ryanair vai abrir em Milão um hangar para manutenção da sua frota de Boeing 737-800.
O investimento será de 32,5 milhões e a companhia irá criar 80 postos de trabalho, 50 deles para engenheiros aeronáuticos.
domingo, 20 de novembro de 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
LUFTHANSA DESPEDE-SE DA SUA FROTA BOEING 737
No passado dia 21 de outubro, a Lufthansa despediu-se da sua frota de Boeing 737 após 48 anos a utilizar este modelo de avião. Como ponto alto deste evento, um B737-300, com a matrícula D-ABEC (“Karlsruhe”), voou de Frankfurt para Hamburgo no voo especial LH9922, com o qual a frota B737 da Lufthansa se despediu oficialmente durante uma cerimónia conjunta com a Lufthansa Technik.
“A Lufthansa tem tido sempre aproximações inovadoras para ir ao encontro das necessidades dos seus clientes e aproveitar oportunidades de mercado, o que explica o papel chave que teve na criação e desenvolvimento do B737. Iremos continuar esta aproximação inovadora com a última geração de aviões”, referiu Harry Hohmeister, membro do Conselho Executivo e Diretor da Gestão de Placa Giratória.
Durante várias décadas, a Lufthansa teve um total de 148 aviões B737 de praticamente todas as gerações. No início dos anos 1960, o então CEO da Lufthansa Technik, Professor Gerhard Höltje, deu um grande empurrão ao projeto, tendo apoiado um desenvolvimento conjunto com a Boeing de um avião a jato para pequeno e médio curso. O desenho da cabina e o posicionamento dos motores debaixo das asas do avião só existiam à época nos aviões de longo curso.
“O B737 sempre foi chamado “Bobby” pelos empregados da Lufthansa e por fãs de aviões. Muitos passageiros e empregados associam uma época muito especial a este modelo de avião. Queremos agradecer ao B737 por quase 50 anos de operações fiáveis e bem sucedidas”, disse Klaus Froese, CEO da Lufthansa com o pelouro da Placa Giratória de Frankfurt.
Com o início do horário de inverno, os restantes aviões B737-300 tiveram os seus últimos voos comerciais a 29 de outubro. Nas próximas semanas, os aviões serão transferidos para a Flórida onde serão revendidos. No futuro, a Lufthansa irá operar um único tipo de aviões nos seus serviços continentais, “o que irá proporcionar muitas sinergias em diversas áreas, como o licenciamento de pilotos, tripulação de cabina e planeamento e fornecimento de peças sobressalentes”, refere o comunicado.
A família de aviões A320 da Lufthansa é composta atualmente por aproximadamente 150 aviões A319, A320 e A321, incluindo quatro aviões da última geração, o A320neo.
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