| A Sundor, subsidiária da companhia aérea nacional de Israel El Al, anunciou que a sua operação entre Tel Aviv e Lisboa em 2014 vai iniciar-se mais cedo, em Maio, com o mesmo voo semanal que existiu este ano, mas que existe interesse em estender a operação e aumentar as frequências, se houver procura. A directora de Vendas e Marketing da empresa, Ruthi Frankel Lifshitz − que esteve ontem em Lisboa num encontro no Hotel Tivoli Oriente com os operadores turísticos, agências de viagens e a imprensa portuguesa, − referiu que “Lisboa é um destino estratégico. Estamos aqui para ficar. O mercado de Israel só justifica uma frequência semanal e, por isso, estamos em busca do mercado português. O meu sonho é ter duas frequências por semana ao longo de todo o ano”. A Sundor iniciou a ligação entre o Aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv, e o Aeroporto de Lisboa em 2009. Durante a operação deste ano, entre Junho e o fim de Outubro, foram transportados 5260 passageiros (com 70% de load factor) mas desses apenas cerca de 12% foram portugueses. Em 2014 as ligações terão início a 27 de maio e vão até 28 de Outubro e Ruthi Frankel Lifshitz espera que haja mais turistas portugueses nessas ligações. Actualmente os poucos portugueses que visitam Israel fazem-no em grupos organizados de roteiros religiosos. Mas, além da forte vertente religiosa, o país tem muitos outros factores de atracção, notou Walter Wasercier, director-geral da EL AL na Península Ibérica. O enoturismo, o turismo de saúde (com destaque para o tratamento do cancro, a cirurgia plástica e o tratamento da psoríase no Mar Morto), o turismo cultural (Israel tem 8 locais distinguidos pela UNESCO), o turismo LGBT (Tel Aviv é das cidades mais “gay friendly” do mundo), o turismo de negócios (Israel é o 2º país com mais empresas cotadas no NASDAQ), foram alguns dos segmentos apontados por Walter Wasercier. A religião continua, no entanto, a ser a principal motivação dos cerca de 3,5 milhões de turistas que visitam Israel anualmente. O país e as suas atracções são procurados por católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos e seguidores da fé Bahá’i, que tem a sua “sede” no Monte Carmelo, na cidade de Haifa. Para a embaixadora de Israel em Portugal, Tzipora Rimon, o turismo é uma boa forma de aumentar as relações comerciais entre os dois países que, notou, “têm relações muito boas”. Tzipora Rimon, que já fizera serviço diplomático em Lisboa nos anos 80 e foi embaixadora do Brasil, referiu também que as raízes judaicas portuguesas suscitam o interesse dos israelitas que visitam e desejam visitar Portugal. Em Portugal desde agosto, a embaixadora notou ainda que o estreitamento das relações entre os dois países passa pelo aumento de voos directos e que, “para tratar desses assuntos”, já se reuniu com o Secretário de Estado do Turismo português. |
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Companhia israelita Sundor quer mais ligações para Lisboa
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
A seis meses do recomeço dos voos para Lisboa - Sun d´Or já tem 5.000 turistas israelitas
Presstur 28-11-2013 (17h30) A companhia israelita Sundor, a cerca de seis meses de recomeçar os voos entre Telavive e Lisboa, já tem aproximadamente cinco mil passageiros do mercado israelita, revelou hoje ao PressTUR a sua directora de Vendas e Marketing, Ruthi Frankel Lifshitz.
“Do mercado israelita eu tenho pedidos para perto de cinco mil passageiros. E estamos em Novembro. Ainda agora começámos. A minha estimativa é que podemos chegar pelo menos aos 6.500 israelitas”, afirmou a executiva, que esteve em Lisboa hoje para um encontro no Tivoli Oriente com a imprensa, operadores turísticos e agências de viagens portuguesas.
Ruthi Frankel Lifshitz, aliás, fez questão de frisar que a companhia não tem constrangimentos de frota, pois pode usar todos os aviões da El Al aos Sábados, assim haja mais procura do mercado português.
“Se houver um grande crescimento no mercado português nós aguentamos. Encontraremos uma maneira de aguentar, porque é do nosso interesse”, afirmou Ruthi Frankel Lifshitz, que disse ainda ao PressTUR que a procura israelita é principalmente de “grupos organizados” e é “puramente turismo”.
“Do mercado israelita eu tenho pedidos para perto de cinco mil passageiros. E estamos em Novembro. Ainda agora começámos. A minha estimativa é que podemos chegar pelo menos aos 6.500 israelitas”, afirmou a executiva, que esteve em Lisboa hoje para um encontro no Tivoli Oriente com a imprensa, operadores turísticos e agências de viagens portuguesas.
Ruthi Frankel Lifshitz, aliás, fez questão de frisar que a companhia não tem constrangimentos de frota, pois pode usar todos os aviões da El Al aos Sábados, assim haja mais procura do mercado português.
“Se houver um grande crescimento no mercado português nós aguentamos. Encontraremos uma maneira de aguentar, porque é do nosso interesse”, afirmou Ruthi Frankel Lifshitz, que disse ainda ao PressTUR que a procura israelita é principalmente de “grupos organizados” e é “puramente turismo”.
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