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sexta-feira, 12 de junho de 2026

ETIHAD June – October 2026 Leased A330 Operations


Etihad Airways has once again announced the operation of Airbus A330-200 aircraft leased from Hi-Fly for the summer season of 2026.


From 15JUN26, the leased A330 to operate following service.
Abu Dhabi – Manila 
Abu Dhabi – Warsaw

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

ROUTES - Etihad Adds Leased Hi-Fly A330 From Mid-Feb 2026



Etihad starting this month is adjusting operational aircraft on Abu Dhabi – Lisbon route. 
From 11FEB26, this route will be operated by Hi-Fly A330-200, instead of 787-9/-10. 
Following schedule focuses on July and August 2026, scheduled 5 times weekly.

EY099 AUH0205 – 0725LIS 332 ×56
EY100 LIS0915 – 1945AUH 332 ×56

terça-feira, 28 de novembro de 2023

Hi Fly expande a frota com dois Airbus A330-200 adicionais.

Registradas como 9H-HFJ e 9H-HFK, estas aquisições modernas e confiáveis partilham características idênticas, oferecendo uma confortável capacidade de assentos de 269 passageiros, com 18 lugares espaçosos de Classe Empresarial e 251 lugares de Classe Econômica.

Hi Fly retomou a expansão após o período da pandemia e atualmente está adicionando uma nova aeronave a cada trimestre e espera-se que esta taxa seja mantida até o final de 2024.






Fotografias: Intrior Hifly

 

terça-feira, 16 de julho de 2019

LAM E Hi Fly Negoceiam Retorno Da Companhia Moçambicana À Europa



O Grupo Mirpuri, dono das companhias aéreas Hi Fly Portugal e Hi Fly Malta, está a negociar com o Governo da República de Moçambique e com a LAM – Linhas Aéreas de Moçambique o aluguer, em regime ACMI, de um avião de longo curso para a retoma da linha Maputo-Lisboa-Maputo, por parte da companhia aérea de bandeira moçambicana, soube o ‘Newsavia’ junto de fontes ligadas ao processo em Maputo.

A notícia surge no dia em que o jornal ‘Notícias’ que se publica na capital moçambicana divulgou declarações do ministro dos Transportes de Moçambique, Carlos Mesquita, em que revela que o governo do País “está a negociar com uma companhia aérea portuguesa um acordo que vai permitir o regresso da LAM ao espaço europeu a partir do primeiro trimestre de 2020”.

O reatamento dos voos da LAM para a Europa surge depois de a União Europeia ter levantado a proibição de voos imposta às transportadoras moçambicanas no espaço europeu e do próprio Presidente da República ter anunciado que os voos da LAM para Portugal serão retomados em 2020
“Estamos a apostar na formação de tripulações para podermos poupar recursos de modo a investirmos em novas aeronaves adequadas ao tráfego que se pretende a nível nacional, regional e internacional“, acrescentou o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, nas declarações publicadas, a propósito, pelo maior jornal do País.

O Grupo Mirpuri, que detém o maior grupo de aluguer de aeronaves comerciais em Portugal e na Europa, para voos de longo curso, é propriedade de uma família originária da antiga província de Moçambique, território ultramarino português que se tornou independente em junho de 1975.

Em Maio de 2004 a LAM deixou de voar para Lisboa, sendo obrigada a desfazer-se do único avião de longo curso que tinha na sua frota, um Boeing 767-200ER, matrícula C9-BAF, recebido novo em fevereiro de 2002, que foi vendido em junho de 2004 à Aeromexico. Era incomportável para a companhia moçambicana manter esse avião na sua frota, pois tinha uma dívida de cerca de 36 milhões de dólares à Boeing.

Sem avião para a rota, a LAM fez uma parceria com a companhia portuguesa Air Luxor, entretanto extinta, e que era propriedade do Grupo Mirpuri, que passou a fazer os voos entre Portugal e Moçambique. Os voos começaram em março de 2015 e terminaram em 16 de setembro desse ano.

A LAM, em nota de imprensa publicada em Maputo, no dia 11 de agosto de 2015, indicava que “os Conselhos de Administração das duas companhias aéreas decidiram suspender os voos em virtude do acentuado agravamento dos custos operacionais, em particular na componente do combustível”. Os voos eram semanais e feitos com aviões Airbus A330-200 da extinta Air Luxor.

Quem nunca abandonou os voos diretos entre Portugal e Moçambique foi a TAP que continua com três ligações semanais. Outras companhias aéreas internacionais promovem as viagens entre Lisboa e Maputo e vice-versa com uma escala intermédia. São os casos da Qatar Airways, da TAAG – Linhas Aéreas de Angola e da Turkish Airlines.

Newsavia

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Companhia aérea saudita rescinde com Hi Fly por aterrar em Israel

A companhia aérea da Arábia Saudita rescindiu contrato com a companhia de aviação portuguesa Hi Fly, por esta ter aterrado em Israel um avião com o logótipo da Saudi Arabian Airlines, informa a agência de notícias saudita (SPA).
Contactadas pela agência Lusa, fontes do setor aeronáutico confirmaram o pedido de cancelamento do contrato com a Hi Fly -- que fornece aviões com tripulação, manutenção e seguros incluídos -, empresa que tinha atualmente dois aviões ao serviço da Saudi Arabian Airlines (SAA), os quais estavam pintados com a cor e o logótipo desta companhia do Médio Oriente.

"Um destes aviões foi levado pela Hi Fly, na quinta-feira, para um aeroporto de Tel Aviv, em Israel, para manutenção. Acontece que não retiraram esses elementos identificativos da Saudi Arabian Airlines", contou uma das fontes, sublinhando que desde 1947 que um avião da SAA não aterra em Israel.

No dia seguinte foram colocados na internet vídeos e fotos deste avião no aeroporto de Ben Gurion, em Tel Aviv, capital de Israel.

"Esta situação causou um problema político e diplomático, com vários países do Médio Oriente a pressionarem e a questionarem a companhia aérea saudita sobre o sucedido", acrescenta a mesma fonte.

Segunda esta fonte, a Saudi Arabian Airlines já notificou a Hi Fly da sua intenção de rescindir o contrato, alegando a violação da cláusula que determina que é proibido aterrar aviões seus em países com quem a Arábia Saudita não mantém relações bilaterais, o que acontece com Israel.

Este avião, assim que acabar a manutenção em Tel Aviv, vai regressar a Portugal, à semelhança do segundo avião que a Hi Fly tinha a voar para a SAA, que já está em Lisboa.

A Lusa tentou contactar a Hi Fly, mas até ao momento não foi possível.

Segundo uma nota da companhia aérea saudita, citada pela SPA, "a empresa [portuguesa] tinha um contrato para fornecer transporte aéreo comercial para a Saudia Arabian. O avião estava fora de serviço e sob a gestão da holding (Hi Fly) no momento em que deixou a Arábia Saudita, a 03 de maio, com destino a Bruxelas, Bélgica, para uma manutenção de rotina".

A Saudi Arabian Airlines sustenta que a Hi Fly tinha a obrigação contratual de a informar dos países e dos locais onde decorriam as manutenções dos aviões alugados à companhia portuguesa.
Lusa

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

TAAG vai ter 16 voos extra de Natal e Ano Novo para o Porto e Lisboa em avião Hifly


A TAAG tem programados dez voos extra para o Porto e seis para Lisboa entre 16 de Dezembro e 7 de Janeiro, que serão operados em aviões Airbus A330-200 e A340-300 da Hifly.

 A informação foi avançada pela companhia da família Mirpuri ao website especializado em aviação ch-aviation.com e reproduzida pela agência de notícias angolana Angop, a qual também cita o porta-voz da TAAG, Carlos Vicente, que diz que o objectivo da contratação dos aviões da Hifly é “dar resposta adequada à elevada demanda que se regista durante a quadra festiva, sobretudo por parte de cidadãos nacionais interessados em gozar férias no país e de estrangeiros que pretendem viajar para o exterior”.
A TAAG, que concorre com a TAP na rota Lisboa - Luanda, de acordo com dados do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso, realizou 769 voos de e para a capital portuguesa entre 1 de Janeiro e 30 de Novembro, menos 23 (-2,9%) que no período homólogo de 2013.
Os seus voos transportaram de e para Lisboa um total de 188.136 passageiros, com um aumento em relação aos primeiros onze meses de 2013 em 4,6% ou 8,2 mil, enquanto o tráfego total na rota Lisboa - Luanda aumentou 10% ou 35,2 mil, para 386.319.
A TAAG tem assim uma queda da sua quota de mercado no Lisboa - Luanda em 2,5 pontos, para 48,7%.
A companhia angolana, porém, também tem voos regulares entre Luanda e o Porto, rota em que é a única a operar e na qual nos dez meses de Janeiro a Outubro deste ano transportou 53.131 passageiros, em alta de 9,1% ou 4,4 mil.
Nesses dez meses a TAAG teve 276 voos entre Luanda e o Porto, +1,5% ou mais quatro que no período homólogo de 2013.
Presstur
Photo:Pedro Filipe