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quarta-feira, 17 de janeiro de 2024
segunda-feira, 18 de março de 2019
IAG ANUNCIA ENCOMENDA DE 18 BOEING B777-9 DE 325 LUGARES PARA A BRITISH AIRWAYS
O IAG, grupo de aviação de que fazem parte a British Airways, a Iberia, a Vueling, a Aer Lingus e a Level, anunciou hoje ter encomendado à Boeing 18 aviões de longo curso B777-9 de 325 lugares, com opção para mais 24.
A informação acrescenta que os novos aviões, que conta receber entre 2022 e 2025, são para substituir 14 B747-400 e quatro B777-200.
O CEO do IAG, Willie Walsh, citado na infirmação do grupo apresenta o B777-9 como o avião de longo curso “mais eficientes em [consumo de] fuel” e diz mesmo que é o “substituto ideal dos B747, além de considerar que a sua dimensão e alcance são “excelente” para a rede da British Airways.
Walsh diz mesmo que com o B777-9 a British Airways terá uma melhoria do custo de combustível por lugar disponível de 30% em relação ao B747.
A frota actual da British Aiways integra 135 aviões wide-bodied de longo curso, incluindo 12 Airbus A380, 30 Boeing B787, 12 Boeing B777-300ER, 46 Boeing B777-200 e 35 Boeing B747.
A companhia tem encomendados mais 12 Boeing B787, quatro Boeing B777-300ER e 18 Airbus A350.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
IAG LUCRA MAIS 222 MILHÕES COM O COMBUSTÍVEL A CUSTAR MENOS 596 MILHÕES
O IAG, grupo que integra a British Airways, a Iberia, a Vueling e a Aer Lingus, declarou hoje um lucro do primeiro semestre superior ao do ano passado em 222 milhões (+66,9%), para o qual contou decisivamente ter gasto menos 596 milhões (-19,7%) em combustível.
O seu balanço evidencia, de facto, que do lado da receita não teria essa subida do lucro, já que para um crescimento do tráfego de passageiros em RPK (passageiros x quilómetros voados) em 13,3% (sem descontar o efeito integração da Aer Lingus apenas a 18 de Agosto de 2015), a sua receita de passagens subiu apenas 4,3%, para 9.539 milhões.
Essa evolução reflecte uma quebra da receita unitária (por lugar voado um quilómetro ou por ASK) em 7,2%, que se fica a dever por inteiro à quebra do yield (preço médio pago pelos passageiros por quilómetro voado ou preço por RPK) em 8%, a qual, aliás, até foi ligeiramente atenuada pela melhoria da taxa média de ocupação dos voos em 0,7 pontos, para 80%.
E o que os dados do grupo mostram é que no segundo trimestre se verificou um agravamento da tendência de queda do yield, que atingiu 10,4%, levando a um decréscimo da receita unitária em 10,2% apesar de uma melhoria da taxa de ocupação média dos voos em 0,2 pontos, para 80,9%.
Assim, embora tendo um crescimento do tráfego em RPK em 12,9% e tendo feito um aumento de capacidade (em ASK = lugares x quilómetros voados) em 12,7%, as receitas de passagens do grupo apenas subiram 1,2%, para 5.074 milhões de euros, e as receitas totais apenas aumentaram 0,9%, para 5.708 milhões, com -12% em proveitos de carga, para 241 milhões, e +6,5% em outros proveitos, para 393 milhões.
O lucro operacional do trimestre subiu no entanto 17,2% ou 91 milhões de euros, para 621 milhões (+4,7% antes de excepcionais), porque apesar do aumento da operação os custos operacionais baixaram 0,8% ou 91 milhões, principalmente pela queda do preço do combustível, que reduziu a factura em 23,4% ou 385 milhões.
O lucro líquido do segundo trimestre, por sua vez, subiu 25,7% ou 92 milhões de euros, para 450 milhões, mas nem por isso o IAG avançou com perspectivas optimistas para o resto do ano, tanto mais quanto a sua avaliação da primeira metade do ano é que ‘pagou’ pelos ataques terroristas na Europa e o referendo no Reino Unido à permanência na União Europeia, bem como pelas disrupções provocadas por geres do controlo de tráfego aéreo e flutuações cambiais que, de acordo com o seu CEO, Willie Walsh, penalizaram o seu desempenho no segundo trimestre em 148 milhões de euros, principalmente pela desvalorização da libra que se verificou após o Brexit (vitória da saída da União Europeia)
E, como avisa no balanço, qualquer deterioração num mercado doméstico ou na economia global “pode ter impacto material” nas suas finanças, além de que considera que “o risco da incerteza económica no Reino Unido pode estender-se para o longo prazo”.
Daí que ao apresentar as suas perspectivas para o resto do ano o grupo anuncie a intenção de “intensificar o seu há muito estabelecido controlo de custos e disciplina da capacidade”, acrescentando, sem especificar, que reduziu o aumento de capacidade planeado para a segunda metade deste ano e está a rever os planos para 2017.
domingo, 1 de maio de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
BRITISH AIRWAYS REFORÇA LIGAÇÕES A FARO COM VOOS DE STANSTED
A British Airways, companhia aérea líder do IAG, anunciou hoje que a partir de 29 de Maio passará a ter voos do aeroporto londrino de Stansted para Faro, operados em Embraer 190 pela sua subsidiária BA CityFlyer.
A British Airways passará assim a ter voos para Faro de quatro aeroportos londrinos, incluindo London City, Gatwick Heathrow.
Os novos voos de Stansted, ‘praça forte’ da Ryanair, serão aos Domingos, em horas locais com saída de Londres às 5h40 e chegada a Faro às 8h30.
Os regressos saem de Faro às 9h05 e aterram em Londres às 12h00.
Para a British Airways os voos de Stansted são uma estreia que a companhia estende também a ligações com Ibiza, Málaga e Palma de Maiorca, aos Sábados, a partir de 28 de Maio.
Luke Hayhoe, director geral comercial da BA CityFlier, comentou que o lançamento dessas rotas em Stansted “é uma fantástica oportunidade” para a British Airways expandir a sua rede em Londres e proporcionar aos clientes mais escolhas no Verão.
“Stansted é um aeroporto em crescimento e nós iremos oferecer um serviço completo para alguns dos destinos de férias europeus mais importantes, complementando os nossos serviços em outros aeroportos de Londres”, acrescentou o executivo.
A informação da British Airways diz que todos os voos de Stansted serão efectuados em aviões com duas cabinas — Club Europe e Euro Traveller, selecção de lugares grátis, check-in online 24 horas antes da partida e refrescos de cortesia.
A British Airways passará assim a ter voos para Faro de quatro aeroportos londrinos, incluindo London City, Gatwick Heathrow.
Os novos voos de Stansted, ‘praça forte’ da Ryanair, serão aos Domingos, em horas locais com saída de Londres às 5h40 e chegada a Faro às 8h30.
Os regressos saem de Faro às 9h05 e aterram em Londres às 12h00.
Para a British Airways os voos de Stansted são uma estreia que a companhia estende também a ligações com Ibiza, Málaga e Palma de Maiorca, aos Sábados, a partir de 28 de Maio.
Luke Hayhoe, director geral comercial da BA CityFlier, comentou que o lançamento dessas rotas em Stansted “é uma fantástica oportunidade” para a British Airways expandir a sua rede em Londres e proporcionar aos clientes mais escolhas no Verão.
“Stansted é um aeroporto em crescimento e nós iremos oferecer um serviço completo para alguns dos destinos de férias europeus mais importantes, complementando os nossos serviços em outros aeroportos de Londres”, acrescentou o executivo.
A informação da British Airways diz que todos os voos de Stansted serão efectuados em aviões com duas cabinas — Club Europe e Euro Traveller, selecção de lugares grátis, check-in online 24 horas antes da partida e refrescos de cortesia.
BA
As tarifas, acrescenta a informação, começam em 49 libras por trajecto para passageiros só com bagagem de mão.
As tarifas, acrescenta a informação, começam em 49 libras por trajecto para passageiros só com bagagem de mão.
sábado, 24 de outubro de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
British Airways está de volta à Madeira com cinco voos por semana este Verão
A British Airways retomou esta segunda-feira uma operação regular entre Londres-Gatwick e Funchal, com três voos por semana em Maio, cinco voos por semana entre Junho e final de Setembro e com quatro frequências semanais no próximo Inverno IATA.
A companhia britânica, segundo avança o portal especializado em notícias de aviação NewsAvia (em newsavia.com), retoma os voos para a Madeira sete anos depois de ter deixado a rota, que operava com a franchisada GB Airways, que a easyJet comprou em Outubro de 2007 e que deixou de existir em Março de 2008, ficando as rotas e os slots para a low cost.
“Só no primeiro ano de operação, prevê-se que a companhia possa transportar, de e para a Madeira, perto de 42 mil passageiros”, numa oferta que, até o Inverno de 2017, deverá rondar os 127 mil lugares, afirmou Eduardo Jesus, secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, citado pelo portal.
Eduardo Jesus, que falava à imprensa após a chegada ao Funchal do voo inaugural da British Airways, considera a nova rota “um importante reforço na operação junto do mercado britânico que permite reequilibrar a oferta que foi fortemente atingida com o recuo da TAP”, que deixou as ligações entre Londres e a Madeira no final de Março.
A operação da British Airways conta com o apoio do Turismo de Portugal, da Associação de Promoção da Madeira e da ANA – Aeroportos de Portugal.
A companhia britânica, segundo avança o portal especializado em notícias de aviação NewsAvia (em newsavia.com), retoma os voos para a Madeira sete anos depois de ter deixado a rota, que operava com a franchisada GB Airways, que a easyJet comprou em Outubro de 2007 e que deixou de existir em Março de 2008, ficando as rotas e os slots para a low cost.
“Só no primeiro ano de operação, prevê-se que a companhia possa transportar, de e para a Madeira, perto de 42 mil passageiros”, numa oferta que, até o Inverno de 2017, deverá rondar os 127 mil lugares, afirmou Eduardo Jesus, secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, citado pelo portal.
Eduardo Jesus, que falava à imprensa após a chegada ao Funchal do voo inaugural da British Airways, considera a nova rota “um importante reforço na operação junto do mercado britânico que permite reequilibrar a oferta que foi fortemente atingida com o recuo da TAP”, que deixou as ligações entre Londres e a Madeira no final de Março.
A operação da British Airways conta com o apoio do Turismo de Portugal, da Associação de Promoção da Madeira e da ANA – Aeroportos de Portugal.
Presstur
Photo:FPP - Lisboa
sexta-feira, 3 de abril de 2015
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
British Airways promete mais Sol aos passageiros com novas rotas da Madeira, Sevilha e Las Palmas
Presstur
A British Airways começou hoje vender os voos de três novas rotas a inaugurar em Março de 2015, Funchal, na Madeira, Sevilha, na Espanha continental, e Las Palmas, na ilha de Gran Canária, que anuncia como novas opções para os passageiros que procuram Sol.
Os voos são à partida do Aeroporto de Londres Gatwick, de onde terá 50 destinos no Verão do próximo ano.
Um comunicado divulgado em Portugal pela ANA, gestora dos aeroportos portugueses, salienta que a decisão da British Airways é “uma importante notícia proveniente daquele que continua a ser o grande mercado emissor turístico para a Região Autónoma da Madeira – o Reino Unido”.
De acordo com os dados do INE publicados pelo Turismo de Portugal, ainda provisórios relativamente aos primeiros sete meses deste ano, o primeiro emissor para a Madeira em dormidas foi a Alemanha, com 871,9 mil, em alta de 5,5% ou 45,7 mil relativamente ao período homólogo de 2013, seguindo-se então o Reino Unido, com 810,9 mil, mas com um aumento maior em 7,5% ou 56,7 mil.
Alemanha e Reino Unido foram assim a origem de mais de metade das dormidas na hotelaria madeirense (51,9% do total), seguindo-se França, com 13,3% do total (430,1 mil dormidas, +1,7% ou mais 7,3 mil que há um ano), e a Escandinávia, com 10,9% (354,4 mil dormidas, +12,5% ou mais 39,4 mil).
O comunicado da ANA sobre a nova rota da British Airways entre Gatwick e o Funchal indica que terá três voos por semana no Verão e dois no Inverno, significando um “acréscimo de 20.000 lugares para o Aeroporto da Madeira”.
A ANA também diz que o lançamento desta rota, que vai concorrer com os voos da diários da TAP entre Londres Heathrow e o Funchal “conta com o apoio dos Aeroportos de Portugal, da Associação de Promoção da Madeira e do Turismo de Portugal”.
O comunicado da British Airways, por sua vez, dedica mais espaço ao lançamento a partir de Dezembro de “novos destinos de sol e ski no Inverno”, referindo-se a Fuerteventura, Friedrichshafen, Grenoble, Cagliari, Heraklion, Rhodes, Bodrum e Dalaman.
“Com tantas rotas novas de Gatwick, os nossos clientes terão mais escolha com ainda mais férias ‘a bom preço’ [value-for-money], quer para escapadas de família quer para uma saída num fim de semana”, destaca o responsável comercial das operações da British Airways em Gatwick, Colm Lacy.
A British Airways começou hoje vender os voos de três novas rotas a inaugurar em Março de 2015, Funchal, na Madeira, Sevilha, na Espanha continental, e Las Palmas, na ilha de Gran Canária, que anuncia como novas opções para os passageiros que procuram Sol.
Os voos são à partida do Aeroporto de Londres Gatwick, de onde terá 50 destinos no Verão do próximo ano.
Um comunicado divulgado em Portugal pela ANA, gestora dos aeroportos portugueses, salienta que a decisão da British Airways é “uma importante notícia proveniente daquele que continua a ser o grande mercado emissor turístico para a Região Autónoma da Madeira – o Reino Unido”.
De acordo com os dados do INE publicados pelo Turismo de Portugal, ainda provisórios relativamente aos primeiros sete meses deste ano, o primeiro emissor para a Madeira em dormidas foi a Alemanha, com 871,9 mil, em alta de 5,5% ou 45,7 mil relativamente ao período homólogo de 2013, seguindo-se então o Reino Unido, com 810,9 mil, mas com um aumento maior em 7,5% ou 56,7 mil.
Alemanha e Reino Unido foram assim a origem de mais de metade das dormidas na hotelaria madeirense (51,9% do total), seguindo-se França, com 13,3% do total (430,1 mil dormidas, +1,7% ou mais 7,3 mil que há um ano), e a Escandinávia, com 10,9% (354,4 mil dormidas, +12,5% ou mais 39,4 mil).
O comunicado da ANA sobre a nova rota da British Airways entre Gatwick e o Funchal indica que terá três voos por semana no Verão e dois no Inverno, significando um “acréscimo de 20.000 lugares para o Aeroporto da Madeira”.
A ANA também diz que o lançamento desta rota, que vai concorrer com os voos da diários da TAP entre Londres Heathrow e o Funchal “conta com o apoio dos Aeroportos de Portugal, da Associação de Promoção da Madeira e do Turismo de Portugal”.
O comunicado da British Airways, por sua vez, dedica mais espaço ao lançamento a partir de Dezembro de “novos destinos de sol e ski no Inverno”, referindo-se a Fuerteventura, Friedrichshafen, Grenoble, Cagliari, Heraklion, Rhodes, Bodrum e Dalaman.
“Com tantas rotas novas de Gatwick, os nossos clientes terão mais escolha com ainda mais férias ‘a bom preço’ [value-for-money], quer para escapadas de família quer para uma saída num fim de semana”, destaca o responsável comercial das operações da British Airways em Gatwick, Colm Lacy.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
IAG tem ‘na calha’ 32 A350 e 18 B787 para a subsidiária espanhola Iberia
Presstur
O CEO do IAG, Willie Walsh, assegurou aos accionistas do grupo, reunidos em Madrid, que já estão asseguradas as condições comerciais e de entrega de 44 novos aviões de longo curso para a subsidiária espanhola Iberia, mas que só serão encomendas firmes quando a companhia estiver em posição de crescer com rentabilidade.
Walsh especificou que se referia a 32 Airbus A350, o modelo que também vai ser a base da frota de longo curso da TAP a partir de 2017, e 12 Boeing B787 Dreamliner.
A maior encomenda do grupo, porém, é para a low cost espanhola Vueling, a quem Walsh dispensou os maiores elogios, com um total 120 Airbus A320, 62 já com encomendas firmes e 62 em opção.
No total, disse o CEO do IAG, o grupo tem encomendados à Airbus 220 aviões da família A320, a que se somam mais 18 A350 para a British Airways, para a qual foram transformadas em encomendas firmes as opções de 18 B787.
Walsh, ao intervir na reunião geral de accionistas, ontem, em Madrid, destacou que o IAG teve “uma forte recuperação do seu desempenho financeiro” em 2013, com o lucro operacional a aumentar 800 milhões de euros, por aumento das receitas totais em 3,1% e uma redução dos custos em 1,3%.
Walsh comentou que esta evolução evidencia, “uma vez mais, que as companhias são mais fortes sendo parte de um grupo do que mantendo-se como companhias individuais” e anunciou aos accionistas um aumento da previsão de sinergias da constituição do grupo em 250 milhões de euros, para 650 milhões no próximo ano.
Relativamente às companhias que o integram, Walsh foi especialmente elogioso para a mais recente “fantástica aquisição”, a Vueling, sobre a qual disse que deu ao grupo “uma nova dimensão” e “uma nova cultura”.
“Sob a liderança de Alex Cruz, [a Vueling] atingiu uma coisa virtualmente única entre as companhias — aumentar capacidade e aumentar na mesma proporção a rentabilidade”.
Quanto à Iberia, Walsh também elogiou os progressos alcançados pela gestão de Luis Gallego, apontando para que este ano volte a dar lucro.
Ainda assim, acrescentou, a companhia precisa “gerar níveis sustentáveis de rentabilidade para que possamos ter confiança para investir em novos aviões, produtos e serviços”.
Sobre a British Airways, Walsh destacou que sob a liderança de Keith Williams, a companhia alcançou “fortes e constantes progressos” em 2013.
O CEO do IAG, que também se referiu à utilização de novos mecanismos de financiamento, citando o modelo Enhanced Equipment Trust Certificate, que disse ser usado pelas norte-americanas e que lhe permitiu obter 927 milhões de euros, destacou que a questão principal é que o grupo está focado em ser “disciplinado” e entende por disciplina que apenas acrescenta rotas ou aviões quando sabe que existe procura para eles.
“Só investimentos em novos produtos e serviços se tivermos um retorno deles superior ao custo do capital”, frisou Walsh, acrescentando que considera que essa foi “a chave do nosso sucesso em 2013” e é “de importância vital para gerar confiança futura no IAG”.
O CEO do IAG, Willie Walsh, assegurou aos accionistas do grupo, reunidos em Madrid, que já estão asseguradas as condições comerciais e de entrega de 44 novos aviões de longo curso para a subsidiária espanhola Iberia, mas que só serão encomendas firmes quando a companhia estiver em posição de crescer com rentabilidade.
Walsh especificou que se referia a 32 Airbus A350, o modelo que também vai ser a base da frota de longo curso da TAP a partir de 2017, e 12 Boeing B787 Dreamliner.
A maior encomenda do grupo, porém, é para a low cost espanhola Vueling, a quem Walsh dispensou os maiores elogios, com um total 120 Airbus A320, 62 já com encomendas firmes e 62 em opção.
No total, disse o CEO do IAG, o grupo tem encomendados à Airbus 220 aviões da família A320, a que se somam mais 18 A350 para a British Airways, para a qual foram transformadas em encomendas firmes as opções de 18 B787.
Walsh, ao intervir na reunião geral de accionistas, ontem, em Madrid, destacou que o IAG teve “uma forte recuperação do seu desempenho financeiro” em 2013, com o lucro operacional a aumentar 800 milhões de euros, por aumento das receitas totais em 3,1% e uma redução dos custos em 1,3%.
Walsh comentou que esta evolução evidencia, “uma vez mais, que as companhias são mais fortes sendo parte de um grupo do que mantendo-se como companhias individuais” e anunciou aos accionistas um aumento da previsão de sinergias da constituição do grupo em 250 milhões de euros, para 650 milhões no próximo ano.
Relativamente às companhias que o integram, Walsh foi especialmente elogioso para a mais recente “fantástica aquisição”, a Vueling, sobre a qual disse que deu ao grupo “uma nova dimensão” e “uma nova cultura”.
“Sob a liderança de Alex Cruz, [a Vueling] atingiu uma coisa virtualmente única entre as companhias — aumentar capacidade e aumentar na mesma proporção a rentabilidade”.
Quanto à Iberia, Walsh também elogiou os progressos alcançados pela gestão de Luis Gallego, apontando para que este ano volte a dar lucro.
Ainda assim, acrescentou, a companhia precisa “gerar níveis sustentáveis de rentabilidade para que possamos ter confiança para investir em novos aviões, produtos e serviços”.
Sobre a British Airways, Walsh destacou que sob a liderança de Keith Williams, a companhia alcançou “fortes e constantes progressos” em 2013.
O CEO do IAG, que também se referiu à utilização de novos mecanismos de financiamento, citando o modelo Enhanced Equipment Trust Certificate, que disse ser usado pelas norte-americanas e que lhe permitiu obter 927 milhões de euros, destacou que a questão principal é que o grupo está focado em ser “disciplinado” e entende por disciplina que apenas acrescenta rotas ou aviões quando sabe que existe procura para eles.
“Só investimentos em novos produtos e serviços se tivermos um retorno deles superior ao custo do capital”, frisou Walsh, acrescentando que considera que essa foi “a chave do nosso sucesso em 2013” e é “de importância vital para gerar confiança futura no IAG”.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Passageiros da British Airways já podem usar aparelhos electrónicos durante toda a viagem
Presstur 19-12-2013 (11h08) A British Airways permite aos passageiros desde hoje o uso de aparelhos electrónicos nos aviões durante toda a viagem, incluindo descolagem e aterragem, desde que configurados em “modo de voo”, anunciou a companhia aérea britânica.
Os passageiros estavam autorizados a utilizar telemóveis, leitores de música e tablets apenas quando o voo se encontrava a velocidade de cruzeiro, ou seja, excluindo descolagem e aterragem.
A partir de hoje, os passageiros da British Airways passam a estar autorizados a utilizar os seus aparelhos electrónicos durante toda a viagem, desde que configurados em “modo de voo”, o que desactiva funcionalidades como envio de mensagens, telefonemas e acesso à internet.
A alteração às restrições anunciada pela companhia e divulgada na imprensa internacional exclui a utilização de computadores portáteis.
A EASA (European Aviation Safety Agency) anunciou há cerca de duas semanas que é seguro utilizar os smartphones e tablets na descolagem e aterragem, após o que a norte-americana FAA (Federal Aviation Administration) comunicou também que as restrições aos aparelhos electrónicos deveriam ser aliviadas.
Photo:FPP - Lisboa
Os passageiros estavam autorizados a utilizar telemóveis, leitores de música e tablets apenas quando o voo se encontrava a velocidade de cruzeiro, ou seja, excluindo descolagem e aterragem.
A partir de hoje, os passageiros da British Airways passam a estar autorizados a utilizar os seus aparelhos electrónicos durante toda a viagem, desde que configurados em “modo de voo”, o que desactiva funcionalidades como envio de mensagens, telefonemas e acesso à internet.
A alteração às restrições anunciada pela companhia e divulgada na imprensa internacional exclui a utilização de computadores portáteis.
A EASA (European Aviation Safety Agency) anunciou há cerca de duas semanas que é seguro utilizar os smartphones e tablets na descolagem e aterragem, após o que a norte-americana FAA (Federal Aviation Administration) comunicou também que as restrições aos aparelhos electrónicos deveriam ser aliviadas.
Photo:FPP - Lisboa
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