sábado, 12 de janeiro de 2019

Primeiro Airbus A330-900neo Da AZUL Já Fez Teste De Motores Em Toulouse



O primeiro avião Airbus A330-900neo da Azul Linhas Aéreas Brasileiras (que terá o registo PR-ANZ) fez nesta terça-feira, dia 8 de janeiro, o primeiro teste de motores em Toulouse, na França. A imagem da aeronave, aguardada com grande entusiasmo no Brasil, já com motores montados, foi divulgada na manhã desta terça-feira pelo spotter Clement Alloing, um habitué das novidades que surgem nas instalações da fábrica europeia de aviões.

Tal como tem acontecido com a TAP Air Portugal, também a Azul tem sido prejudicada com os atrasos na certificação e na entrega dos aviões A330-900neo, devido a problemas com a entrega tardia dos novos motores Rolls Royce Trent 7000.

A companhia brasileira já anunciou por duas vezes a entrada do novo avião para o longo curso, mas em ambas as ocasiões teve de adiar a respectiva programação. Agora existem indicações mais certas de que o A330-900 será recebido no Brasil no primeiro semestre de 2019. Antes estava programado para estrear nas rotas internacionais da empresa de Viracopos/Campinas, em São Paulo, para Orlando/Flórida (EUA) e para Lisboa.

A Azul será a primeira companhia da América a voar com o A330-900neo. Encomendou cinco aparelhos que terão uma configuração de três classes para um total de 298 passageiros, tal como os da TAP Air Portugal.



Bom desempenho operacional em 2018

Entretanto, a Azul, companhia que foi fundada por David Neeleman e que também é acionista da portuguesa TAP, anunciou um crescimento médio em 16,4% do número de passageiros x quilómetros (RPK em inglês) no ano de 2018, de que o principal ‘motor’ foram as rotas internacionais, entre as quais Viracopos/Campinas-Lisboa.

A informação da companhia mostra, aliás, que no ano passado as rotas internacionais já representaram 26,1% do tráfego total, quando em 2017 estavam em 20,9%, porque no ano passado concentraram 57,8% do crescimento do tráfego total.

As rotas internacionais, porém, foram o ‘calcanhar de Aquiles’ da taxa média de ocupação da Azul em 2018, com uma queda em 2,6 pontos, para 86,9%, que tende a ser explicada pela ‘juventude’ das rotas internacionais, as quais, que apenas começaram quando ‘herdou’ da TAP a rota Viracopos-Lisboa, explica a agência de notícias de turismo e viagens ‘PressTUR’.

Os dados da Azul mostram que ainda assim 2018 foi globalmente um ano de ganho de taxa de ocupação, que subiu 0,2 pontos, para 82,3%, graças à subida em 0,5 pontos nas rotas domésticas, que atingiram 80,8%.

Para o mês de Dezembro, a Azul indica um crescimento do tráfego em 13,4%, insuficiente no entanto face ao aumento de capacidade (em ASK, do inglês, para lugares x quilómetros voados) em 13,5%, levando a uma descida da taxa média de ocupação em 0,1 pontos, para 83%.

Ao contrário do que mostram os números médios do ano de 2018, a queda de ocupação no último mês ficou a dever-se ao decréscimo de 0,4 pontos nos voos domésticos, para 81,3%, porque em internacionais até houve subida de 0,6 pontos, para 88%.

A Azul indicou que em Dezembro teve um crescimento médio do tráfego de passageiros medido em RPK de 13,4%, com +12,4% em voos domésticos e +16,2% em internacionais.



Companhia mais pontual do Brasil e da América do Sul

Uma outra notícia divulgada no início deste ano assinala uma grande conquista para a Azul: é, novamente, a companhia mais pontual do Brasil e da América do Sul, segundo a empresa de auditoria ‘Flight Stats’, líder mundial em informações de voo em tempo real.

A companhia também foi considerada a quinta companhia mais pontual do mundo, no ranking que avalia as empresas com mais de 100 mil voos por ano, atrás apenas das empresas Copa Airlines (Panamá), Aeroflot (Rússia), ANA All Nippon Airways (Japão) e Qatar Airways (Qatar).

TAP Terá Mais Dois Airbus A330-900neo Ao Serviço Até Final De Janeiro



A TAP Air Portugal recebe nesta semana, provavelmente, na próxima quinta-feira, dia 10 de janeiro, mais dois aviões Airbus A330-900neo, que chegam diretamente de Toulouse, em França, das linhas de montagem da construtora aeronáutica europeia.

Os dois aviões, matrículas CS-TUC e CS-TUD, deverão ser integrados na rede até final do corrente mês de janeiro, em rotas para o Brasil e para os Estados Unidos da América. Foram entregues à TAP no passado dia 21 de dezembro, numa cerimónia protocolar que teve lugar em Toulouse, na presença de responsáveis pela companhia aérea de bandeira portuguesa.

A TAP encomendou 21 aviões Airbus A330-900neo, um dos quais, o CS-TUB, já está ao serviço desde o passado dia 15 de dezembro, numa das linhas de longo curso de maior afluência de passageiros da companhia portuguesa: Lisboa-São Paulo/Guarulhos, no Brasil, para onde a TAP voa três vezes por dia.

Outros aviões novos chegarão no decorrer deste ano de 2019, que será um ano histórico para a companhia, pois deverá ser aquele em que a empresa receberá mais aviões novos de fábrica. No próximo mês de março a TAP receberá o primeiro Airbus A321neo LR (long range), um avião de corredor único que permitirá a realização de voos transatlânticos, nomeadamente para a costa leste dos Estados Unidos da América e para o Nordeste Brasileiro.



Airbus A340-300 ficam até final do ano

Entretanto, está confirmado que os aviões quadrimotores Airbus A340-300, que a TAP utiliza desde há mais de 20 anos nas suas rotas de longo curso, ficarão até final do ano na companhia. Não só para acudir ao atraso que se verificou na entrega dos novos A330-900neo, situação que se complicou devido à anunciada abertura de novas linhas de longo curso, e, também, para ficarem de reserva nos meses do segundo semestre, com maior movimento previsto e para fazer face a qualquer avaria que possa surgir nos aviões da frota de A330 da companhia.



Segundo afirmou recentemente o próprio presidente executivo da companhia aérea, Antonoaldo Neves, os quatro aparelhos A340-300, cujo phase-out esteve previsto para o primeiro trimestre deste ano, continuarão a fazer as rotas que atualmente fazem, nomeadamente para Luanda e Maputo, assim como para os aeroportos mais distantes da rede da TAP, casos do Sul e Sudeste do Brasil.

Joon Acaba E É Integrada Na Air France – Companhia Voa Para Lisboa, Porto E Fortaleza



A companhia e a marca Joon, criadas pela Air France-KLM há 13 meses para atender um mercado que o grupo aéreo franco-holandês dizia existir entre os denominados millennials (indivíduos com idades entre os 18 e os 35 anos de idade), vão ser absorvidas pela Air France.

Foi assinado um acordo entre a Air France e os sindicatos dos tripulantes de cabina para integração de 600 profissionais nos quadros da companhia francesa. A nova situação beneficia os atuais trabalhadores da Joon já que os coloca num nível remuneratório superior e lhes dá a oportunidade de ter um contrato efetivo.

A Joon tinha sido lançada pelo anterior presidente executivo do grupo Air France-KLM, Jean-Marc Janaillac, e pelo antigo presidente executivo da Air France, Franck Terner. A nova administração do grupo e da companhia francesa achou por bem acabar, alegando que a dispersão de marcas não estava a ser útil ao desenvolvimento do plano estratégico de recuperação e desenvolvimento do grupo.

A criação de uma nova companhia aérea denominada ‘Joon’ foi anunciada pela Air France-KLM no dia 20 de junho de 2017, tendo iniciado a sua atividade no Outono desse ano, para destinos na Europa e para longo curso, com todos os voos a saírem do Aeroporto de Paris/Charles de Gaulle, em França.

“Esta nova marca foi integralmente concebida em resposta às suas necessidades e aspirações, com um propósito autêntico, de maior conectividade e bem diferenciada no universo do transporte aéreo”, referia uma nota de imprensa da Air France-KLM, distribuída em junho de 2017, que afirmava que a nova marca estava dedicada a uma clientela jovem e ativa, os denominados millennials.

A Joon, que atualmente tem voos para Lisboa e Porto, em Portugal, e para Fortaleza, no Nordeste do Brasil, entre outros destinos, tem ao seu serviço sete aeronaves A320, quatro A321 e quatro A340.

Os voos para Lisboa têm continuidade assegurada com a Air France. Quanto a Fortaleza nada se conhece sobre a sua continuidade.
News Avia

Norwegian Air Argentina Recebe 4º Avião E Já Tem 14 Voos Diários



A Norwegian Air Argentina, subsidiária de uma das maiores companhias mundiais que se dedica aos voos intercontinentais de baixo custo, recebeu o quarto avião na semana passada, o que lhe permite, como previsto, a expansão da empresa no mercado doméstico argentino, onde começou a voar em 16 de outubro de 2018, com um único aparelho.

O novo avião, um Boeing 737-800, matrícula LV-ITK, a Norwegian Air Argentina entra em atividade regular na América do Sul, nesta segunda-feira, dia 7 de janeiro, inaugurando a nova rota entre Buenos Aires e Salta, e contribuirá para o incremento das frequências para Puerto Iguazú e Mendoza.

Com uma frota de quatro aeronaves B737-800 baseadas no Aeroporto Jorge Newbery/Aeroparque, na cidade de Buenos Aires, a nova companhia argentina passará a oferecer, a partir deste mês de janeiro, 14 voos diários, sendo cinco diários para Córdoba, quatro para Mendoza, dois para Puerto Iguzú e um voo diário para as cidades de Neuquén, Bariloche e Salta.

O novo avião, como os demais que estão na Argentina, oferece 189 lugares e estava na frota da companhia baseada no Aeroporto de Arlanda/Estocolmo, na Suécia, país no qual estava também registado. Trata-se de um avião praticamente novo, recebido de fábrica em abril de 2017.
NewsAvia

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Ethiopian Moçambique Airlines Está A Voar Com Dois Bombardier Q400 NG


A nova companhia aérea africana Ethiopian Moçambique Airlines (EMA), com Certificado Aéreo de Moçambique, iniciou os voos domésticos regulares em Moçambique, no passado sábado, dia 1 de dezembro, ao abrigo da estratégia delineada pelo grupo Ethiopian Airlines de penetrar em outros mercados africanos, conforme afirmou Tewolde Gebremariam, presidente executivo da companhia.

No voo inaugural, que partiu de Nacala para Maputo, ainda na fase de apresentação da nova companhia, Tewolde Gebremariam confirmou que a Ethiopian Moçambique Airlines irá ligar oito destinos domésticos na antiga colónia portuguesa do Índico: Maputo, Nampula, Tete, Pemba, Beira, Nacala, Quelimane e Chimoio.

“O início da actividade, que surge ao abrigo de uma parceria com a Ethiopian Airlines, vai promover as ligações aéreas em Moçambique, aumentando dessa forma a quota das companhias aéreas africanas no mercado do continente”, disse Gebremariam.

Em Setembro de 2017, a Ethiopian Airlines e a Malawi Airlines foram as duas companhias estrangeiras selecionadas para explorar rotas domésticas de transporte aéreo nos termos do concurso público lançado pelo Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM) em Abril. Outras cinco, com sede em território moçambicano, foram também autorizadas a fazerem voos domésticos. Desde o ano passado que a Solenta Aviation Mozambique (subsidiária moçambicana da Solenta Aviation Holdings) faz voos domésticos no eixo Maputo-Beira-Nampula-Pemba, com aviões da FastJet.

Com a chegada da Ethiopian Moçambique Airlines, uma joint-venture entre a Ethiopian Airlines (99%) e a Malawian Airlines (1%), estão no mercado dos voos domésticos em Moçambique três companhias. A Ethiopian e a Solenta juntam-se à LAM – Linhas Aéreas de Moçambique que, juntamente com a sua subsidiária MEX (esta utilizado em voos de menor distância e para aeroportos de menor tráfego) detinham até final de 2017 o monopólio das ligações aéreas internas.

A Ethiopian Moçambique Airlines está a voar com dois aviões Bombardier Q400 Next Generation, com capacidade para 70 passageiros. Toda a atividade comercial da empresa é liderada pela Ethiopian, o que estava previsto, esperando-se que nas próximas semanas possa ser assumido por uma nova estrutura criada com pessoal moçambicano.

A EMA inicialmente esteve para fazer base no Aeroporto de Nacala. Contudo, os investidores etíopes mudaram de opinião e a base e toda a estrutura de apoio ficou centralizada em Maputo. Segundo a imprensa moçambicana, em causa estariam eventuais benefícios fiscais que não puderam ser alcançados dada a forma como a empresa está a ser montada. Assim, Maputo foi a solução encontrada.

A chegada de novas companhias a Moçambique, nomeadamente para disputar o mercado de voos internos não tem sido uma questão pacífica. Embora os utentes do transporte aéreo considerem que esta concorrência irá dinamizar o mercado e baixar preços – a EMA propõe-se voar com tarifas que custarão metade das praticadas pela LAM -, o funcionários da companhia de bandeira nacional, que tem um capital de 80% do Estado e 20% dos próprios trabalhadores, tem se manifestado contra e, alguns analistas económicos consideram tratar-se de uma situação inédita em África, onde companhias estrangeiras estão a disputar o denominado tráfego de cabotagem.

LAM está a reorganizar-se e vai disputar o mercado

A abertura dos céus moçambicanos surgiu por ordem do Presidente da República de Moçambique, no Verão do ano passado, quando visitou as instalações da LAM e confirmou o clima de anarquia que se verificava na companhia, com uma dívida muito grande e com os meios operacionais reduzidos devido a diversos constrangimentos atribuídos à falta de organização empresarial e de competência da tutela. Atualmente com a nomeação de uma nova direção e com a consequente reorganização interna a companhia parece estar a encontrar o caminho do equilíbrio financeiro, tendo a companhia melhorado de forma substancial todo o desempenho operacional e de pontualidade dos seus voos. João Carlos Pó Jorge, o novo diretor-geral, já disse que a companhia segue no bom caminho e que vai disputar as suas rotas com eventuais concorrentes.

Como lidar com três companhias aéreas – e eventualmente mais – nas linhas internas moçambicanas, é uma resposta que deverá ser dada, nos próximos meses, pelos utentes do transporte aéreo no País.



Na semana passada, a comissão sindical da LAM – Linhas Aéreas de Moçambique anunciou pretender impedir a companhia aérea Ethiopian Airlines de efetuar voos domésticos em Moçambique através de uma subsidiária. Uma contestação que aprece chegar tarde, dado que toda a tramitação de documentos foi validada pelas autoridades aeronáuticas. Contudo, mostra algum desespero e alerta para a ameaça que esta abertura pode ser demasiada para o negócio existente. O país tem dimensão e população para mais voos, mas todos sabemos que é mínima a percentagem de viajantes por via aérea. No ano passado os 13 aeroportos e outros aeródromos de Moçambique receberam um total de cerca de um milhão e 800 mil passageiros, menos 12,6% que em 2016. Muito pouco para um país que tem quase 30 milhões de habitantes e uma atividade económica crescente em diversos sectores industriais.
Newsavia

AIR CANADA: LISBOA-MONTREAL TERÁ CINCO VOOS SEMANAIS NO PRÓXIMO ANO



Os voos sazonais da Air Canada para Portugal terminaram no passado mês de outubro mas a companhia aérea prepara-se para voltar ao nosso país e com mais frequências: a rota Lisboa-Montreal será operada cinco vezes por semana.

Maximiliano Campos, country manager da Air Canada para Portugal e Espanha, faz um balanço positivo da operação da transportadora em solo português: “Estamos muito felizes com o voo de Lisboa para Montreal e do Porto para Toronto, então esses voos vão voltar no próximo ano para a temporada de verão.” A taxa de ocupação, este ano, registou-se acima dos 80%.

“Estamos a trabalhar com as autoridades aeroportuárias de Lisboa para obter slots para Lisboa-Montreal mas vamos repetir o voo”, explicou o responsável à imprensa, durante a festa de natal da companhia aérea que teve lugar ontem, em Lisboa. “Vamos continuar a desenvolver a marca Air Canada no mercado português”, garante.

As rotas entre o Canadá e Portugal regressam em junho de 2019 e vão manter-se, de novo, até finais de outubro. Porto-Toronto mantém-se com uma frequência de três voos por semana mas Lisboa-Montreal – – anteriormente com outros três voos – passará a contar, à partida, com cinco voos semanais. Já o voo entre Lisboa e Toronto foi “estendido” até ao início de janeiro e, depois, regressa a 1 de abril.

A mensagem que a transportadora quer transmitir é “não pensar apenas em nós como Air Canada para levá-lo ao Canadá mas, além disso, olhar para as conexões que temos na América Latina e Caraíbas”. Além de Portugal, a Air Canada pretende investir dos EUA e nas Caraíbas.

PrivatAir Abre Insolvência – Serviços Administrativos Estavam Baseados Em Lisboa



A PrivatAir SA, uma empresa suíça de aluguer de aviões de passageiros com configurações de Classe Executiva para companhias aéreas, anunciou na noite desta quarta-feira, dia 5 de dezembro, que vai iniciar imediatamente um processo de falência, que decorrerá sob a alçada dos tribunais suíços.

A companhia tem um ativo de 226 empregados espalhados pelas duas companhias aéreas que também possui e que prestam serviços de transporte executivo – A PrivatAir SA, na Suíça, e a PrivatAir GmbH, na Alemanha – e no departamento administrativo que, desde 2015, estava baseado na cidade de Lisboa, em Portugal. Desconhecem-se quantos trabalhadores portugueses poderão ser afetados pela bancarrota da PrivatAir. Desde há algumas semanas que se referia, na capital portuguesa, em sectores ligados à aviação que estes serviços estariam em processo de encerramento e que a empresa teria chegado a acordo com os funcionários nacionais quanto à rescisão dos seus contratos de trabalho.

O grupo tinha ainda contrato com 65 tripulantes (pilotos e assistentes de bordo) que estavam baseados no Médio Oriente e que faziam voos naquela zona geográfica, assegurando, nomeadamente, a ‘ponte aérea’ de transporte executivo no eixo Jedah-Riade, na Arábia Saudita, ao serviço das companhias nacionais Saudia Airlines e Saudia Aviation, com três aviões Airbus A319.

A PrivatAir, fundada na Suíça em 1977, gozava de grande prestígio no negócio da aviação, nomeadamente em nichos de mercado de transporte executivo e corporativo. Alugava aviões com configurações de Classe Executiva a companhias aéreas de grande dimensão, nomeadamente à Lufthansa, à SAS e à British Airways, que faziam voos diretos intercontinentais. Uma nota de imprensa distribuída nesta quarta-feira, releva o grande contributo dado pelas suas empresas ao sector da aviação comercial e aponta de uma forma generalizada que foram múltiplos os factores que afectaram o negócio do grupo nos últimos tempos e ameaçaram o seu futuro, não restando aos seus responsáveis outro caminho.

O grupo aéreo suíço chegou a ser comandado nos últimos anos pelo português António Gomes de Menezes. Foi nomeado em 2015 presidente executivo (CEO) do grupo PrivatAir, funções que exerceu entre o dia 6 de abril desse ano e o final do ano seguinte. Em 2017 foi nomeado membro não executivo do Conselho de Administração do Grupo TAP SGPS.

Natural dos Açores, onde é professor universitário de Economia, António Gomes de Menezes foi presidente do grupo aéreo português com sede nos Açores de Novembro de 2007 a Maio de 2014, tendo assumido no mês seguinte funções de administrador na companhia aérea portuguesa Euro Atlantic Airways (EAA), de onde saiu em fevereiro de 2015.
Notícia atualizada às 09h40 UTC de 06.DEZ.2018